A partir de janeiro de 2027, o Brasil iniciará a transição para um novo regime tributário que substituirá parcialmente os atuais PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Estimativas indicam que a soma da CBS com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) pode ultrapassar a alíquota de 30 %, o que colocaria o país entre as nações com maior carga tributária sobre o consumo.

A projeção inicial previa a CBS entre 9 % e 11,3 %. O novo modelo de cálculo e a discussão sobre alíquotas seletivas para produtos considerados nocivos à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas, geraram preocupação entre entidades empresariais e representantes do setor de serviços, que alertam para a possibilidade de repasse dos custos aos preços finais. O Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu uma alíquota de referência de 11,3 % para preservar a arrecadação federal, mas a decisão definitiva cabe ao Senado Federal, que tem até 15 de dezembro para definir e votar as regras; caso contrário, prevalecerão os percentuais indicados pelo TCU. O Ministério da Fazenda, por sua vez, argumenta que diversos produtos e serviços terão alíquotas zeradas ou reduzidas, de modo que a carga efetiva sobre o consumo final será inferior ao valor nominal máximo.

No Distrito Federal, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE‑DF) abriu investigação sobre o transporte de urnas eletrônicas em uma caminhonete com adesivo do Partido dos Trabalhadores (PT) no bairro Riacho Fundo II, logo após o encerramento da votação. O uso de veículo com identificação partidária viola as normas da Justiça Eleitoral que proíbem a presença de símbolos de partidos na logística do pleito. O órgão ressaltou que a integridade da eleição não foi comprometida, pois os dados dos votos já haviam sido extraídos e transmitidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes da coleta das máquinas. O TRE‑DF informou que a apuração já havia sido concluída, com os Boletins de Urna impressos e afixados nos locais de votação, permitindo a auditoria pública dos resultados pela internet.

Nos Estados Unidos, três pessoas morreram na quinta‑feira (29) em decorrência da colisão entre dois helicópteros em área agrícola próxima a um aeroporto no condado de Yamhill, na região metropolitana de Portland, Oregon. As vítimas foram identificadas como o piloto Tyler Sturdevant, 38 anos; a instrutora de voo Maddie Aasbo, 22 anos, natural do Texas; e um estudante de aviação britânico, cuja identidade não foi divulgada. Segundo o xerife Sam Elliott, Aasbo e o estudante ocupavam a mesma aeronave, enquanto Sturdevant pilotava o outro helicóptero. Uma das aeronaves pertencia à escola de aviação Jerry Trimble Helicopters, que lamentou a tragédia e enviou nota de solidariedade aos familiares das vítimas. As causas da colisão estão sob investigação das autoridades federais de aviação dos Estados Unidos.

Em âmbito diplomático, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, desembarcou em Atlanta na sexta‑feira (30) para participar da reunião de chanceleres do G20, sediada pelos Estados Unidos. O encontro marca o primeiro contato direto entre representantes do governo brasileiro e a administração norte‑americana desde as eleições no Brasil, em um contexto de esfriamento nas relações diplomáticas provocado pelo silêncio da Casa Branca sobre a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A cúpula foi conduzida pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, apontado como principal interlocutor entre a família Bolsonaro e o governo de Donald Trump. Não há previsão de reunião bilateral formal entre Vieira e Rubio, mas espera‑se que haja contatos informais nos bastidores. Os chanceleres buscam avançar nas negociações do texto final que será submetido aos chefes de Estado na Cúpula de Líderes, prevista para dezembro, embora integrantes do governo brasileiro avaliem o cenário com ceticismo e reconheçam limitações para avanços expressivos diante das divergências políticas entre as duas gestões.

Declarações feitas em janeiro de 2023 por Fernando Haddad, então ministro da Fazenda, voltaram a circular nas redes sociais, reacendendo o debate político nacional. O ressurgimento das falas ocorre enquanto o Partido dos Trabalhadores aciona órgãos judiciais para investigar a suposta criação de listas de boicote contra empresários e comerciantes que apoiam o governo federal.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.