Senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu, em discurso, a extinção das pensões pagas a filhas solteiras de militares, argumentando que a medida seria essencial para conter despesas públicas e garantir o pagamento das aposentadorias.
O parlamentar afirmou que o benefício custou R$ 6 bilhões aos cofres em 2025, classificando‑o como gasto excessivo e sugerindo que sua eliminação deveria integrar as primeiras ações de um plano de contenção de despesas.
Cleitinho criticou o fato de que as mulheres beneficiárias não precisam ter exercido atividade profissional para ter direito à pensão, o que, segundo ele, caracteriza privilégio indevido.
Ao comparar a situação com a realidade de trabalhadores submetidos à escala 6 × 1, que recebem salários próximos a R$ 1.600, o senador disse que esses trabalhadores acabam contribuindo para sustentar privilégios no serviço público.
“Isso aqui é um verdadeiro escárnio, um murro na cara da população brasileira”, declarou, ao defender o corte do benefício.
O senador cobrou coragem dos responsáveis pelas decisões econômicas para enfrentar despesas que considera injustificáveis e afirmou que a revisão desse tipo de pagamento deve fazer parte de uma política de redução de gastos, visando maior equilíbrio nas contas públicas e a disponibilidade de recursos para compromissos essenciais, como as aposentadorias.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog Jair Sampaio. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.
