Flávio Bolsonaro, senador do Partido Liberal (PL) e candidato à presidência, deixou o Brasil para os Estados Unidos após a derrota nas eleições presidenciais realizadas no domingo, 25 de outubro. Segundo a Reuters, um alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA informou que o órgão concederá vistos ao senador, à esposa Fernanda e às duas filhas. O grupo cruzou a fronteira com a Argentina na noite de terça‑feira, 27 de outubro, em Puerto Iguazú, e embarcou em avião particular. O trajeto incluiu escala no Equador antes da chegada ao território norte‑americano, onde desembarcaram na manhã de quarta‑feira, 28 de outubro, pouco depois das 10h (horário de Brasília), em Miami.
Em entrevista, o ex‑presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não tomou partido nas eleições brasileiras, alegando que a neutralidade foi mantida a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trump também declarou ter autorizado a ida de Flávio Bolsonaro aos EUA e ressaltou a proximidade de Marco Rubio, um dos nomes mais influentes de seu governo, com o clã Bolsonaro.
No Brasil, Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, manifestou nesta quinta‑feira, 29 de outubro, descontentamento com uma carta de teor golpista divulgada no dia anterior, sem especificar detalhes sobre seu conteúdo ou autoria.
O advogado mexicano Simón Levy, que se apresenta como aliado de Donald Trump, também se pronunciou a respeito de Flávio Bolsonaro, embora a declaração completa não tenha sido divulgada nos documentos consultados.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de TV Ponta Negra. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.
