Senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) deixou o Brasil em uma operação planejada que contou com apoio internacional e a participação de um ex‑agente da Mossad, serviço de inteligência de Israel, segundo informações obtidas por órgãos de investigação. A travessia da fronteira entre Brasil e Argentina foi feita em uma van que transportava o senador acompanhado do ex‑agente israelense; sua esposa e as duas filhas seguiram em outro veículo. O deslocamento ocorreu na região da Tríplice Fronteira, entre Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú. Na Argentina, a família embarcou em um jato particular com destino a Miami, nos Estados Unidos, com escala para reabastecimento no Equador. O avião teria sido providenciado por Jason Miller, estrategista político ligado a Donald Trump. Fontes classificaram a saída como uma “exfiltração” e apontaram apoio de autoridades dos governos argentino e norte‑americano. A investigação denominou o plano “Operação Alba”.
Em Brasília, o Ministério das Relações Exteriores convocou a encarregada de negócios da Argentina, Emilia Cortés, para solicitar esclarecimentos sobre a possível participação do governo de Javier Milei na fuga do senador. A diplomata foi recebida pelo embaixador João Marcelo Galvão de Queiroz, chefe do Departamento de Mercosul, em reunião curta que visou obter informações sobre a eventual colaboração de integrantes da Casa Rosada. Segundo relatos, Santiago Caputo, principal estrategista político de Milei, teria sido peça‑chave na organização da saída, acompanhando a movimentação na região da Tríplice Fronteira para garantir o embarque de Flávio Bolsonaro rumo aos Estados Unidos. O governo federal optou por tratar o caso com discrição para evitar uma escalada nas relações com a Argentina; Cortés não foi recebida pela cúpula do Itamaraty e o encontro foi tratado como procedimento diplomático de rotina. Até o momento, o Planalto e o Itamaraty não divulgaram comunicado oficial sobre o episódio.
Dados obtidos pela Polícia Federal revelam conversas cotidianas e de intimidade entre Luiz Inácio Lula Jr. – conhecido como “Lulinha” – e a empresária Roberta Luchsinger, nas quais são usados apelidos carinhosos como “muso” e “musa”. Nos diálogos, os interlocutores tratam de negócios conjuntos e de fofocas sobre figuras do governo. Em um trecho, Lulinha comenta um episódio de agosto de 2023 em que a amiga teria flagrado o então ministro das Comunicações, Juscelino Filho, e o ex‑presidente da Telebras em uma suíte do hotel Palácio Tangará, em São Paulo, acompanhados de mulheres e bebidas caras. Lulinha respondeu ironicamente: “Tadinha… elas também merecem… puta só pode beber Campari agora”. Em outra mensagem, ao saber de suposto uso de voos da FAB por Juscelino para viagens de lazer, afirmou: “Esse moço sabe ser feliz”.
No mercado financeiro, a Bolsa de Valores registrou um dos piores desempenhos da história recente. O Ibovespa recuou 0,75 % nesta sexta‑feira (30), fechando em 167.921 pontos, o que representa perda acumulada de 18 % nos últimos cinco pregões, após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trata‑se da maior queda semanal desde março de 2020, início da pandemia, e o índice acumulou recuo de 9,75 % no mês, pior resultado mensal desde junho de 2022. O dólar avançou 1,09 %, cotado a R$ 5,446, atingindo o maior valor do ano de 2026 e acumulando valorização de 9,15 % na semana.
Na esfera cultural, o artista mossoroense Luckas Iohanathan conquistou, pela segunda vez, o Prêmio Jabuti na categoria Histórias em Quadrinhos. A obra “Ouroboros”, publicada pela editora Comix Zone, foi anunciada como vencedora da 68ª edição da premiação, realizada na terça‑feira (27). Iohanathan já havia recebido o troféu em 2024, com a história “Como Pedra”. Em “Ouroboros”, o autor acompanha a trajetória de Kesler, policial que retorna à casa da infância após um episódio traumático, abordando temas como memória, culpa, conflitos familiares e a relação conturbada com a mãe.
Por fim, a transmissão ao vivo da rádio AuriVerde Brasil foi interrompida nesta sexta‑feira (30) após a abordagem de dois policiais legislativos à jornalista Déborah Sena, na área externa da Câmara dos Deputados, em Brasília. A profissional chegou ao local por volta das 8h30 e, às 11h, enquanto entrevistava o deputado Sanderson (PL‑RS), foi abordada por um dos agentes, que questionou a autorização para permanecer no espaço e exigiu a apresentação de crachá de identificação. Déborah relatou que pediu para concluir a transmissão antes de conversar com o policial, mas não foi atendida, afirmando que foi tratada “como se fosse uma delinquente”.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.
