Líderes de diversas nações reagiram nesta quarta‑feira, 4 de novembro de 2026, ao resultado das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, que resultou em derrota expressiva para o Partido Republicano e para o presidente Donald Trump, ao passo que os democratas conquistaram a maioria nas casas legislativas.
Na Europa, o primeiro‑ministro da Espanha, Pedro Sánchez, celebrou a vitória dos democratas, vinculando‑a a um movimento global contra o ódio e o negacionismo climático e citando o Brasil como exemplo anterior dessa mudança. O governo francês adotou tom cauteloso, alertando que Trump permanece no cargo e mantém um perfil imprevisível, embora tenha reconhecido a aceitação da derrota como gesto conciliador. A Alemanha classificou o resultado como “vitória histórica”, apontando que a nova composição do Congresso pode facilitar a cooperação em questões como os conflitos no Irã e na Ucrânia.
O governo norueguês interpretou o pleito como sinal de que os eleitores americanos desejam um novo rumo, sobretudo nas pautas ambientais e de ajuda ao desenvolvimento, e afirmou que as novas vozes no Congresso tendem a estar mais alinhadas aos valores europeus. O Japão, por meio de seu porta‑voz, reafirmou que a aliança estratégica com os Estados Unidos permanece essencial para a paz internacional, independentemente da mudança no equilíbrio interno de forças do país aliado.
A China tratou a eleição como assunto interno dos Estados Unidos, mas ressaltou estar pronta para continuar trabalhando em uma relação baseada no respeito mútuo e na gestão adequada de diferenças, com o objetivo de manter a estabilidade estratégica. A Rússia manifestou o desejo de que a ascensão dos democratas no Congresso não prejudique os esforços de pacificação conduzidos pela Casa Branca, indicando que espera que a atuação de Trump não seja paralisada.
No Irã, o presidente do Parlamento afirmou que o povo americano rejeitou a guerra e o alto custo de vida, vinculando o fracasso republicano ao descontentamento popular. O líder supremo, Mojtaba Khamenei, foi mais incisivo, descartando que a alternância de partidos altere a postura hostil dos Estados Unidos em relação ao Irã e descrevendo a derrota como sinal do colapso acelerado da hegemonia americana e do descrédito das elites que ele classificou como arrogantes no cenário internacional.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Gazeta do Povo. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.
