Petistas riram da especulação de que Alexandre Silveira, atual ministro de Minas e Energia, seria apontado para comandar o futuro Ministério da Segurança Pública, pasta ainda não criada formalmente. A reação foi relatada em coluna publicada nesta quarta‑feira no Diário do Poder.

A coluna indica que, dentro do PT, há a suspeita de que o próprio Silveira teria alimentado a divulgação de seu nome para o cargo. O texto também menciona que o presidente Lula demonstrou incômodo com a prática de aliados que alegam recusar convites para cargos que, na prática, nunca lhes foram oferecidos. No caso de Silveira, a especulação foi considerada sem fundamento, já que o ministro não possui trajetória ligada à área de segurança pública.

A permanência de Silveira no Ministério de Minas e Energia também não estaria assegurada. Segundo a mesma análise, o MDB mantém interesse na pasta e pode intensificar a pressão até a formação da próxima gestão de Lula. A continuidade de Silveira no cargo, inclusive no eventual quarto mandato do presidente, dependeria de acordos com o PSD e da evolução do escândalo envolvendo o Banco Master.

O PT, por sua vez, não pretende abrir mão do comando da futura pasta de Segurança Pública. A coluna aponta que o partido tem “frito” nomes técnicos como possíveis candidatos e vislumbra dividendos eleitorais associados ao ministério. Outro ponto destacado é a intenção do PT de manter a Polícia Federal sob influência partidária, assegurando que a corporação permaneça vinculada ao novo órgão.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de 96 FM. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.