Natal ficou em primeiro lugar no indicador “Qualificação do Servidor” do Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com pesquisa técnica da Gove. O critério, que utiliza dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), mede a proporção de servidores com ensino superior em relação ao total de profissionais da administração direta municipal. Entre os municípios avaliados, a capital potiguar apresentou a maior taxa, superando Londrina (PR), Lauro de Freitas (BA), Uberlândia (MG) e Itatiba (SP), que completam as cinco primeiras posições.

O secretário municipal de Administração, Brenno Queiroga, interpretou o resultado como reflexo da capacidade técnica do quadro de servidores e da política municipal de valorização da qualificação profissional. “Esse resultado demonstra a qualificação dos profissionais que atuam na administração municipal e a capacidade técnica do nosso quadro de servidores. Investir na formação e na valorização desses profissionais é fundamental para aprimorar os serviços públicos, melhorar os processos de trabalho e oferecer respostas cada vez mais eficientes às demandas da população”, afirmou.

A qualificação dos servidores integra o pilar “Funcionamento da Máquina Pública”, da dimensão “Instituições”, do ranking que, desde 2020, avalia municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes e chegou à sua sétima edição.

Em paralelo, o senador Rogério Marinho (PL‑RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, declarou nesta quarta‑feira (28) que nem ele nem o Partido Liberal podem afirmar a existência de fraude nas eleições de 2026 por falta de provas. Em entrevista no Senado, Marinho classificou a carta divulgada por Flávio Bolsonaro como um “desabafo” e ressaltou que “é evidente que, se você faz alguma afirmação, precisa trazer provas”. O senador afirmou não ter tido conhecimento prévio do documento e que a versão mais recente, com alterações no texto, representa a posição oficial de Flávio.

Marinho também destacou o papel de Flávio Bolsonaro como a principal expressão da direita conservadora e como “líder legítimo da oposição no país”. Comentou que, na primeira versão da carta, o ex‑presidenciável se autodenominava “o verdadeiro presidente eleito”, mas que posteriormente retificou para “líder do Brasil”. “De fato, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil. Ele se autodenomina como líder e é um fato, ele é um líder no Brasil”, disse.

Sobre a alegação de fraude nas eleições, Marinho caracterizou a afirmação de Flávio como um “desabafo” motivado pela situação pessoal do senador, que se encontra nos Estados Unidos com a família. “O Flávio está nos Estados Unidos, exilado, levou toda a sua família. Vocês devem imaginar o que é a ruptura da relação das suas filhas, da sua esposa. Certamente ele está fazendo um desabafo em função dos resultados que foram colocados no segundo turno, que foram inesperados para todos nós, inclusive para praticamente toda a sociedade brasileira”, explicou.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, publicou nota oficial reafirmando o compromisso da Justiça Eleitoral com o resultado das urnas e com a vontade soberana do eleitorado. O magistrado destacou que as eleições de 2026 transcorreram dentro da “absoluta normalidade” e do “estrito respeito aos ditames constitucionais”, classificando o pleito como o mais inclusivo e seguro da história da República. Nunes Marques informou que eventuais questionamentos formais protocolados pelas coligações serão analisados e respondidos dentro do devido processo legal.

No âmbito econômico, o Bradesco reajustou a taxa mínima de financiamento imobiliário, que passa de 11,69 % ao ano para 15 % ao ano, acrescida da Taxa Referencial (TR). O aumento eleva o custo do crédito para a compra da casa própria, refletindo o ambiente de juros elevados e o maior custo de captação de recursos no mercado financeiro. Analistas apontam que a elevação das taxas de juros encarece as prestações, reduz o poder de compra das famílias e pode desestimular novas contratações no setor da construção civil, tradicional gerador de emprego e renda no país.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.