Os juros futuros têm subido, encarecendo o custo de captação dos bancos para operações de longo prazo. O movimento eleva o risco para quem compra imóveis na planta, já que o crédito habitacional fica mais sensível ao humor do mercado, segundo Enrico Cozzolino, CEO e estrategista da Zermatt Partners.
Na compra na planta, o comprador costuma pagar a entrada e as parcelas à incorporadora durante a obra e só financia o saldo com o banco na entrega das chaves, no chamado repasse. Até lá não há contrato de financiamento assinado nem taxa garantida; há ainda quem assine o financiamento ainda durante a obra. Murilo Arjona, especialista em financiamento imobiliário, crédito habitacional e mercado imobiliário, apontou que o maior risco do cenário atual recai sobre quem receberá as chaves em 2027. “Quando falamos em juros maiores, não é apenas crédito mais caro, mas também um crivo maior dos bancos, concedendo menos crédito”, afirmou.
Mesmo quem já passou pela análise de crédito não está necessariamente protegido. Leonardo Baldez Augusto, fundador da ISF Crédito, diferenciou crédito aprovado de contrato assinado: “A aprovação indica que o banco analisou a capacidade de pagamento do cliente, mas não garante a taxa até a contratação”, explicou.
No terceiro trimestre de 2026, a taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,2%, o menor percentual registrado para esse período. Paralelamente, a Dívida Pública Federal aumentou R$ 90,22 bilhões em setembro, atingindo R$ 9,38 trilhões, conforme dados do Tesouro Nacional.
Em outra esfera, a Casa Durval Paiva organizou uma tarde especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades de alegria e diversão, programada para a quarta‑feira, dia 7.
No âmbito político, os eleitores brasileiros deverão comparecer às urnas no próximo domingo, 4, sem clareza sobre as propostas econômicas dos principais candidatos à Presidência.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de TV Ponta Negra. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.