Na manhã de 30 de outubro de 2026, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, anunciou que o governo federal iniciará ações para retirar da internet sites, páginas e publicações em redes sociais que incentivem a perseguição ou a discriminação de trabalhadores por suas posições políticas. “Também vamos trabalhar para derrubar sites e posts nas redes sociais”, afirmou o ministro durante coletiva de imprensa em Brasília.

A medida será coordenada pelos órgãos do Ministério do Trabalho, pela Advocacia‑Geral da União (AGU), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), pelo Ministério Público Eleitoral e pelo Ministério da Justiça. O governo indicou que as plataformas Google e Meta poderão ser notificadas com base em orientação técnica fornecida pela AGU.

Paralelamente, Marinho informou que o governo estuda a criação de uma “lista suja” de empresas envolvidas em casos comprovados de assédio eleitoral, com possibilidade de restrição ao acesso a créditos públicos para as organizações incluídas na lista.

O Ministério Público do Trabalho divulgou que recebeu mais de 3 mil denúncias relacionadas ao assédio eleitoral no período das eleições de 2026. As reclamações incluem relatos de ameaças de demissão, boicotes e pressão sobre trabalhadores em razão de suas escolhas políticas.

Até o momento, não foram detalhados prazos ou procedimentos específicos para a implementação das ações anunciadas.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog Jair Sampaio. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.