Em outubro de 2026 o Brasil registrou um aumento de 13,2 % no número de focos de incêndio em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 32.454 ocorrências, segundo o sistema BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O comparativo com outubro de 2025 aponta 28.678 focos, o que evidencia a elevação no ritmo de queimada no país.

O estado do Pará concentrou a maior parte dos registros, com 12.457 focos, correspondendo a 38,4 % do total nacional. Em seguida, Maranhão contabilizou 4.225 ocorrências, a Bahia 3.308 e o Amazonas 2.271. Nos demais estados, São Paulo registrou 26 focos, o Distrito Federal 11 e o Rio de Janeiro cinco. Todos os biomas brasileiros apresentaram queimas, mas a Amazônia concentrou 18.907 focos, reforçando a vulnerabilidade da floresta.

Apesar da alta no mês de outubro, o acumulado de focos de incêndio de janeiro a outubro de 2026 chegou a 102.804, representando queda de 1,6 % em relação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 104.423 focos.

Paralelamente, a disputa pela presidência do Senado ganha novo contorno. O senador Rogério Marinho (PL‑RN), líder da oposição no Senado, afirmou que pretende defender a exigência de que parlamentares de direita declarem publicamente seus votos na eleição para a Casa, prevista para 1º de fevereiro de 2027. “Vou defender. É difícil justificar em público o voto no Alcolumbre, né?”, disse Marinho à Folha de S.Paulo. Na quarta‑feira (4), senadores do PL devem se reunir para definir a estratégia e podem lançar Marinho como candidato. Parte da legenda prefere negociar com o atual presidente Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP) para garantir espaço na estrutura do Senado, enquanto outro grupo aposta na disputa direta, acreditando que há votos suficientes para vencer.

A bancada de direita deve ser ampliada na próxima legislatura. O PL e o Novo somarão 32 senadores; Republicanos, PP, Podemos e PSDB terão outros 15 parlamentares, a maioria eleita com apoio do bolsonarismo. São necessários 41 votos para a vitória. Tanto Marinho quanto Alcolumbre alegam contar com 48 votos cada, embora as estimativas se sobreponham. Como a votação é secreta, aliados de Marinho defendem a exposição pública dos votos como forma de evitar deserções. A resistência a Alcolumbre está ligada, entre outros fatores, à sua posição contrária à abertura de processos de impeachment contra ministros do STF, à condução das negociações sobre anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e a críticas de bolsonaristas por apoiar pautas do governo Lula, como a proposta que elimina a escala de trabalho 6 × 1.

No âmbito orçamentário, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) pode receber R$ 207,9 milhões em recursos discricionários em 2027, valor 34 % superior aos R$ 155 milhões previstos para 2026. O aumento consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado pelo governo ao Congresso e ainda depende de aprovação. Os recursos destinam‑se a despesas não obrigatórias, como investimentos, contratação de serviços e aquisição de tecnologia, excluindo gastos com salários. O crescimento previsto supera três vezes a alta geral de aproximadamente 10 % nas despesas do Orçamento da União para 2027, já descontada a inflação. No orçamento total, que inclui a folha de pagamento, a EBC deverá contar com R$ 1,1 bilhão, representando redução nominal de 1,4 % em relação a 2026, mas mantendo a estatal próximo do maior patamar de recursos de sua série histórica. Apesar do aumento, a verba discricionária ainda ficará abaixo dos R$ 703 milhões registrados em 2010, valores corrigidos pela inflação; naquele ano, esse tipo de despesa representava 65,17 % do orçamento total da empresa, enquanto em 2027 a participação deverá cair para 18,12 %.

A EBC atribuiu a mudança ao término da fase inicial de estruturação da empresa e à realização de concursos públicos em 2011 e 2013, que substituíram trabalhadores temporários e terceirizados por funcionários concursados. Em dezembro de 2025, a estatal contava com 1.902 funcionários próprios, 46 servidores de outros órgãos cedidos à empresa e 193 empregados cedidos a instituições públicas.

No mesmo dia 2 de novembro, o Dia da Lembrança foi celebrado nas unidades do Morada da Paz, no Rio Grande do Norte, com homenagens, celebrações religiosas e reencontros familiares. A programação integrou a campanha “Eternos”, do Grupo Morada, que propõe reflexão sobre vínculos, valores e ensinamentos que permanecem após a despedida. Mais de 25 mil pessoas visitaram os cemitérios Morada da Paz Emaús, Mipibu e Essencial Zona Norte durante o feriado, participando de celebrações de diferentes religiões organizadas nas unidades.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.