Flávio Bolsonaro (PL) alterou o texto de uma carta publicada nas redes sociais após solicitação do governo dos Estados Unidos, que pediu a retirada da expressão “presidente eleito”. Diplomatas do Departamento de Estado americano avaliaram que a frase poderia ser interpretada como reconhecimento do resultado eleitoral favorável ao senador, gerando possível desgaste diplomático com o Brasil. Na versão original, o senador se apresentava como “presidente eleito”; após a manifestação americana, a publicação foi apagada e uma nova versão foi divulgada, substituindo o termo por “líder do Brasil”. Aliados do parlamentar afirmaram que a mudança consistiu apenas em ajuste de texto.

Na carta, Flávio Bolsonaro agradeceu aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina. O senador declarou estar em território americano com a família, em segurança, negou ter fugido do Brasil e alegou ser vítima de perseguição política. Também questionou a prorrogação do horário de votação no segundo turno, medida determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, e solicitada pelas campanhas de Lula e de Flávio devido a problemas de transporte e condições climáticas adversas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula, que terminou a disputa com 4,43 milhões de votos a mais que Flávio, e afirmou que a eleição transcorreu com segurança e transparência, sem fraudes ou inconsistências que comprometessem o resultado. O PL reconheceu o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral.

Em Yerevan, a sessão do Parlamento da Armênia foi suspensa após uma briga entre deputados governistas e oposicionistas. Durante o debate sobre a escolha de um integrante da Câmara de Contas, parlamentares trocaram socos e chutes; o vice‑presidente da Casa chegou a arremessar uma cadeira contra integrantes da oposição. O deputado oposicionista Andranik Gevorgyan ficou com o nariz sangrando, e outro parlamentar teve as roupas rasgadas. A segurança do Parlamento foi acionada para conter a confusão, que resultou na suspensão da sessão.

O Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por unanimidade, que condenações por lesão corporal contra a mulher podem tornar o condenado inelegível, por se enquadrarem na categoria de crimes contra a vida. A decisão foi tomada no julgamento do recurso de João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026. O recurso foi negado e a candidatura indeferida. O relator do caso, ministro Dias Toffoli, afirmou que a decisão interpreta a legislação já existente, sem criar nova regra, e destacou a relação entre agressões físicas contra mulheres e o risco de feminicídio. O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva propôs que o TSE encaminhe um apelo ao Congresso Nacional para atualizar a Lei de Inelegibilidades, tornando explícita a proibição de candidaturas de pessoas condenadas por violência contra a mulher. O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a decisão representa um marco para a Justiça Eleitoral, ao aplicar a legislação vigente antes de eventual atualização pelo Congresso. Um projeto com esse objetivo já tramita no Senado, mas permanece parado na Comissão de Constituição e Justiça desde maio de 2025.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) descartou risco de desabamento dos imóveis localizados na Ponta do Morcego, em Natal. Em coletiva de imprensa, o secretário Sérgio Pinheiro afirmou que engenheiros da secretaria constataram a total segurança dos estabelecimentos da região. Apesar da avaliação de segurança, a Semurb anunciou que, em parceria com a Defesa Civil, instalará placas de alerta sobre riscos de desmoronamentos e deslizamentos em pontos críticos da área e realizará ações educativas periódicas. O acesso à praia permanecerá liberado; a sinalização servirá para alertar banhistas e frequentadores sobre os perigos de permanecer ou realizar atividades sobre pedras, cavernas e outras formações rochosas atingidas pela erosão.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.