Diversos acontecimentos foram divulgados neste domingo, abrangendo avanços terapêuticos, controvérsias políticas, operações de resgate, questionamentos sobre gastos parlamentares e a situação de uma lei aprovada há seis meses.
Um estudo clínico apresentou resultados inéditicos para o lorlatinibe, medicamento oral administrado uma vez ao dia para pacientes com câncer de pulmão de não‑pequenas células avançado que apresentam rearranjo do gene ALK. Após sete anos de acompanhamento, 55 % dos participantes que receberam o fármaco estavam vivos e sem progressão da doença, enquanto 45 % não obtiveram o mesmo controle. Os efeitos colaterais no sistema nervoso central foram observados em 52 % dos pacientes e eventos adversos graves em 77 %. O custo do tratamento pode chegar a R$ 37 mil mensais e ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde; a análise da Conitec não aprovou sua incorporação por considerar a relação custo‑benefício desfavorável. O rearranjo do gene ALK está presente em cerca de 3 % a 7 % dos casos do tipo mais comum de câncer de pulmão, que é a principal causa de morte por neoplasia no Brasil, segundo dados do INCA.
No âmbito político, o cantor Jorge, da dupla Jorge & Mateus, gerou mobilização nas redes sociais após declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) durante um encontro com mais de trinta artistas sertanejos em Nerópolis (GO), no dia 20 de outubro. Na ocasião, o artista pronunciou a frase “Pode chorar, mas eu não voto no PT”. Internautas passaram a cobrar o cancelamento da apresentação da dupla no Réveillon de Recife, solicitando que a dupla não se apresente na capital pernambucana ou em outras cidades do Nordeste, e alguns chegaram a sugerir que apenas Mateus participasse do evento.
Na zona leste de Natal, uma pessoa foi resgatada com vida após se afogar na Praia do Forte, na manhã deste domingo. O Corpo de Bombeiros enviou uma lancha que realizou o salvamento, enquanto o helicóptero Potiguar 01 efetuou buscas na região e retornou à base após a confirmação de que a vítima havia sido retirada da água. Até o momento, não foram divulgados a identidade nem o estado de saúde da pessoa resgatada.
A Câmara dos Deputados reembolsou despesas com bebidas alcoólicas consumidas pela deputada federal Carol Dartora (PT‑PR) durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, em março. Os pagamentos foram efetuados com recursos da cota parlamentar, embora o regimento da Casa proíba o ressarcimento de gastos com álcool. Uma nota fiscal de US$ 84 (equivalente a R$ 453,84) do restaurante The Palm Bar & Grill incluía três taças de espumante e uma sobremesa; outra nota, no valor de R$ 216,18, referia‑se a uma refeição no Luke’s Lobster, que continha um sanduíche de lagosta e uma cerveja artesanal. A deputada esteve nos Estados Unidos para participar da 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, na sede da ONU. Seu gabinete alegou erro na conferência da documentação, apontando que os comprovantes estavam em inglês, o que dificultou a identificação das bebidas alcoólicas, e informou que adotará providências administrativas para devolver integralmente os valores reembolsados.
Por fim, a lei que prevê a redução de penas para condenados pelos atos ocorridos em 8 de janeiro, incluindo o ex‑presidente Jair Bolsonaro, continua sem aplicação quase seis meses após sua aprovação pelo Congresso.
Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.
