Na manhã desta quinta‑feira (5), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou a Operação Azzardo, direcionada a um esquema bilionário de apostas clandestinas e lavagem de dinheiro que atuava em seis unidades da federação, entre elas o Rio Grande do Norte. A ação contou com cerca de 200 policiais civis e 50 mandados de busca e apreensão – 24 no Distrito Federal e 26 distribuídos entre Rio Grande do Norte, São Paulo, Goiás, Paraná e Ceará. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 3,48 bilhões dos investigados, a suspensão dos registros de 100 empresas e a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 82 pessoas físicas e 83 jurídicas. Os acusados podem responder por crimes cuja soma das penas pode chegar a 33 anos de prisão.

Segundo as investigações, o grupo utilizava plataformas de apostas sem autorização federal para movimentar grandes quantias de dinheiro, transferindo R$ 739 milhões exclusivamente via Pix. A apuração, iniciada há cinco meses a partir de informações da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, identificou dezenas de empresas de fachada que recebiam e redistribuíam recursos, inclusive convertendo‑os em criptomoedas para dificultar o rastreamento. Uma fintech autorizada pelo Banco Central, sediada em São Paulo, também foi alvo da operação; a instituição e empresas vinculadas ao mesmo grupo movimentaram cerca de R$ 1 bilhão, incluindo transações relacionadas a casas de apostas não autorizadas.

No mesmo dia, o atacante Cristiano Ronaldo anunciou sua aposentadoria da seleção de Portugal por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, agradecendo aos companheiros e destacando o privilégio de ter sido capitão da equipe. Aos 41 anos, Ronaldo encerra a trajetória com a camisa portuguesa após 234 partidas e 146 gols, recordes históricos de jogos e gols pela seleção. A decisão ocorre após um desentendimento com o técnico Jorge Jesus, que resultou na suspensão de Ronaldo por 30 dias e na aplicação de multa de 255 euros (cerca de R$ 1,4 mil) pela Federação Portuguesa de Futebol; a punição terminou em 30 de outubro, antes dos próximos compromissos da seleção.

Em comunicado oficial, o grupo bancário francês Crédit Mutuel Arkéa confirmou ter sido vítima de um ataque cibernético que desviou aproximadamente 100 milhões de euros (cerca de R$ 615 milhões). Os criminosos teriam usado a conta institucional do banco para efetuar transferências a outros bancos e, em seguida, convertido rapidamente os valores em criptomoedas por meio de plataformas especializadas. O banco assegurou que a situação está sob controle, que os ativos e contas dos clientes não foram afetados e que os serviços operacionais estão sendo restabelecidos gradualmente. As equipes do Crédit Mutuel Arkéa permanecem mobilizadas para mensurar com precisão as consequências do ataque e reforçar os mecanismos de segurança.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Blog do BG. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.