Eleitores dos Estados Unidos vão às urnas nesta terça‑feira (3) de novembro para escolher os representantes do Congresso, decisão que definirá o controle da Câmara dos Representantes e parte do Senado na segunda metade do mandato do presidente Donald Trump.

As eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms, ocorrem dois anos após a escolha presidencial e podem alterar a composição do Legislativo, influenciando as condições para o governo avançar com suas propostas.

Em 2018, durante o primeiro mandato de Trump, os republicanos ampliaram a maioria no Senado, passando de 51 para 53 cadeiras, mas perderam o controle da Câmara dos Representantes, que ficou com 235 assentos democratas e 199 republicanos.

A campanha deste ano tem sido marcada por preocupações dos eleitores com os preços dos combustíveis e dos alimentos, além da guerra no Irã. Pesquisas de intenção de voto apontam vantagem dos democratas na disputa pelo controle da Câmara.

Um levantamento da Universidade Quinnipiac, divulgado em 10 de setembro, mostrou que 49 % dos entrevistados preferiam que os democratas assumissem a maioria na Câmara, contra 38 % que optavam pelos republicanos; 13 % não souberam responder ou não opinaram.

A participação dos eleitores também é considerada relevante, já que o voto não é obrigatório nos Estados Unidos. Uma pesquisa Reuters/Ipsos indicou que 46 % dos democratas estavam muito entusiasmados para votar em novembro, frente a 31 % dos republicanos.

O resultado das urnas determinará a configuração do Legislativo para a segunda metade do mandato de Trump, influenciando a capacidade do Executivo de aprovar sua agenda.

Texto jornalístico elaborado com apoio de IA, com base na reportagem de Tribuna do Norte. Consulte a fonte original para possíveis atualizações.